Dia 55

Sexta-feira, 17/10.

Aula pela manhã.

E, claro, como toda sexta, magic à tarde!

Dessa vez acordei às 08:45. A aula começa às 10:15 (já expliquei o por quê), sendo a matéria Embedded systems. Tomo meu café da manhã tranquilamente, arrumo as coisas na minha ilha em Berk (sim, eu jogo isso), leio alguma coisa… Com mais calma que no Brasil.

A aula foi BEM interessante. O professor começou falando sobre Escalonamento de tarefas para sistemas “Single core”, isto é, com um único processador.

(para quem não tem ideia doq seja isso, uma explicação rápida: escalonar tarefas é escolher, dentre todas as coisas abertas no computador, qual delas será processada nesse momento. Isto envolve desde o navegador que vc está usando pra ler este texto até o jogo que você deixou rodando em segundo plano, passando por todos os mecanismos de proteção e segurança do sistema operacional).

Como eu agora estou usando um tablet pra acompanhar as aulas, baixei um app que me permite editar PDFs, incluindo comentários, marcando textos, etc, etc, etc. Meu primeiro comentário nesse slide?

Como o Maziero ensinou.

Pode não parecer, mas temos professores extraordinários na UTFPR!

Os comentários, no geral, dizem respeito à aula, ou ao que o professor vai falando. Achei melhor fazer direto nos PDFs das aulas, assim dá pra acompanhar mais ou menos o que foi acontecendo e o que o professor foi falando junto com os slides. Fiquei até o final da aula (que aconteceu perto das 11:45), mas o professor não terminou os slides.

O conteúdo da aula, no geral, foi o seguinte:

  • Conceitos gerais (O que é escalonamento, quem faz isso, oq tem que ser levado em conta)
    • Preempção e não preempção – O sistema operacional tira as tarefas do processador? com que critérios?
    • Dispatcher – O cara que escolhe a próxima tarefa
    • Tipos de escalonamento
    • Prioridades

Mas os slides também contemplam:

  • Exemplos de escalonamento
    • First-Come, First-Served (ordem de chegada)
    • Shortest-Job-First (mais rápidos primeiro)
    • Outros dois modelos que não entendi muito bem (bom, pelo menos por enquanto. Como eles parecem complicados, não são importantes pra sistemas embarcados).
  • Escalonamento com prioridades
  • Round-Robin (cada processo tem um tempo-limite de processamento, e depois espera outros processos usarem o processador)
    • “Tamanho” do tempo-limite
  • Multiplas filas de prioridades (tipo fila “RISCO DE VIDA”, fila “EMERGÊNCIA” e fila “ATENDIMENTO”)
  • Escalonamento em Multi-cores
  • Escalonamento em tempo real(!)
  • Análise dos algoritmos
  • Exemplos reais (Solaris 2, Windows 2000, Linux).

Bom, se vocês pensam que acabou, estão completamente enganados. Saí correndo pra tentar encontrar minha próxima aula, de VDP (que começou às 11:30, aproximadamente). Levei uns 10 minutos até encontrar a sala de aula, pra descobrir que….

… não tinha ninguém lá.

Ninguém é uma palavra meio forte, tinha mais um cara que estava perdido. Resultado, acho que o professor está “jogando” com nós alunos, e eu morri na primeira fase 😦

Pois é. Segunda aula e eu já perdi 😦

Voltei pra casa, fazer algo pro almoço. Depois, perto das 15, saí e fui pro campeonato de magic. O formato, Draft de “Khans de Tarkir”(mais detalhes sobre booster draft de magic aqui), é bem interessante e desafiador. Vejamos onde eu corro hoje…

Comecei escolhendo uma carta mítica rara, verde, que me permite colocar criaturas do grimório em jogo. Se a ideia é “roubar” e colocar monstros enormes antes do esperado, essa carta é uma máquina. Comecei então a selecionar cartas verde e pretas, com uma leve tendência também a cartas brancas fortes (a edição ajuda a fazer baralhos de três ou mais cores – magic possui 5 cores).

No final, construí um baralho basicamente verde e preto, com um leve toque de branco e vermelho. Centrado em criaturas que colocam marcadores +1/+1 sobre si mesmas e criaturas que favorecem resistência alta. Que máquina linda 😀

Na primeira rodada, meu oponente mostrou seu baralho mais rápido, porém o poder bruto do meu logo o levou à derrota. Cheguei muito perto de vencer a segunda partida, mas empatamos por tempo. Comecei o campeonato com uma vitória.

A segunda rodada, contra um baralho muito parecido, deixei meu oponente com um ponto de vida, apenas para vê-lo me derrotar brutalmente. Na batalha seguinte, perdi sem a menos arranhar meu adversário. O motivo? uma mão inicial ruim, com cinco turnos iniciais devastadores.

Na terceira partida, novamente iniciei perdendo. O baralho de meu adversário é muito mais veloz, o que pediu uma adaptação. Troquei duas cartas, na esperança de ganhar velocidade e respostas. Deu certo. Ganhei o segundo jogo e consegui um empate. Até o momento, uma vitória, uma derrota, um empate.

A última partida (o draft teve 12 pessoas) foi um passeio. Aparentemente o deck do meu adversário se preocupa muito com pequenas criaturas no campo, coisa que meu baralho levemente modificado destruiu. Ao final, 2-1-1, fico em terceiro lugar (perdi pro champs) e ganho um booster!

Como eu estava dizendo, hoje foi um bom dia…

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~ por nesello em 2014 10 23.

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