Porta Nuova

•2015 08 19 • 2 Comentários

Um fato é certo. Minha vida não acaba aqui. Dos caminhos que me levam? Incertos, muitos. Devo voltar ao Brasil, mas nada me impede de sair uma outra vez. De voltar. De caminhar por ruas novas, desconhecidas. De criar novas cidades. De criar novas regras, mudar o próprio jogo da vida.

Porta Nuova, mostre-me o futuro.

Dedico esta porta ao futuro, ao incerto, ao acaso. Àquilo-que-não-foi-escrito.

Dedico esta porta ao futuro, ao incerto, ao acaso. Àquilo-que-não-foi-escrito.

Porta Garibaldi

•2015 08 18 • Deixe um comentário

Brasileiro que sou, descendente de imigrantes, não consigo me ver apegado a uma terra em particular.

Porém, isso é algo que simplesmente não acontece aqui. Por todo o lado, placas em memória das diversas guerras que aconteceram por aqui.

Guerras de unificação.

Guerras de libertação.

Para mim, isto é marca de uma cultura que, mesmo não sendo única e tendo diferenças de região para região, consegue se superar em prol da unicidade. À Itália, Porta Garibaldi.

Dedico esta porta à Itália, unida e única

Dedico esta porta à Itália, unida e única

Porta Volta

•2015 08 17 • Deixe um comentário

Essa viagem toda tem um motivo. Uma razão bem específica.

O Ciência sem Fronteiras existe para fazer aprender.

Adquirir conhecimentos técnicos, observar uma realidade estudantil completamente diferente (ou nem tão diferente assim). Aprender técnicas e tecnologias de ponta. Com isto, marco Porta Volta, que carrega o nome de um dos grandes físicos da Eletricidade, como a porta do conhecimento.

Dedico esta porta ao conhecimento. Que com conhecimento, sabedoria, e coragem sejamos capazes de melhorar o mundo.

Dedico esta porta ao conhecimento. Que com conhecimento, sabedoria, e coragem sejamos capazes de melhorar o mundo.

Porta Sempione

•2015 08 16 • Deixe um comentário

Vir até aqui deixou marcas. Sentimentos, momentos, discussões. Todo este ano em Milão não teria sido tão bom se eu estivesse aqui sozinho.

Porta Sempione tornou-se um marco. Da primeira pizza que comi em solo italiano até estes últimos dias.

Dedico esta porta aos novos amigos. Amigos que marcaram na alma. Amigos para rir e chorar. Que nossa amizade não termine, independente de distância, independente de fronteira, independente do tempo.

Dedico esta porta aos novos amigos. Amigos que marcaram na alma. Amigos para rir e chorar.
Que nossa amizade não termine, independente de distância, independente de fronteira, independente do tempo.

Yves

Leo

Nicole

Cris

Pato

Lívia

Gustavo

Paola

Massimo

Alessandro

Brian

Gionatta

Alessandro

Stefano

Pep

Otávio

Otávio

Porta Ticinese

•2015 08 15 • Deixe um comentário

Nas duas portas anteriores me referi a pessoas. Pessoas importantes, sem dúvida. Hoje, porém, não trato de pessoas.

Porta Ticinese, a única porta dos muros medievais ainda de pé, representa o Passado.

Uma série de histórias, com ou sem relação, que me trouxe até aqui. Decisões minhas, como o curso que fiz, e a universidade que quis conhecer. Decisões dos outros, como a criação do programa Ciência sem Fronteiras, a migração de tantos povos para o Brasil, a ida, de meus avós, para Curitiba e São José dos Pinhais…

Dedico esta porta ao Passado

Dedico esta porta ao Passado

Porta Romana

•2015 08 13 • Deixe um comentário

A porta de hoje representa algo muito especial, uma coisa da qual esse ano todo fui privado:

Dedico Porta Romana à Família.

Dúvida, medo. Estes dois fortes sentimentos não tiveram espaço comigo, graças ao apoio que toda a família me deu. Pai e Mãe, Vó, tios e tias… Inclusive dizendo que viriam visitar!

Enfim. estou voltando gente. Esperem só mais um pouco.

Dedico esta porta à família de sangue

Dedico esta porta à família de sangue

Pois nosso sangue, que não pertence a terra nenhuma, é o fio que nos une. Ao passado e ao futuro.

Porta Veneza

•2015 08 13 • Deixe um comentário

Bom, tem um bom tempo que parei de atualizar com oq acontecia por aqui.

Razões são inúmeras: Tempo para escrever os posts virou tempo para estudar. Esqueci de organizar fotos. Trabalhos e provas começaram a apertar. Natal e ano novo… No final das contas, embora tenha escrito mais três artigos sobre alguns dias, estes permanecem em rascunho – talvez eternamente.

Mas agora existe um outro motivo para postar:

Me despedir.

Durante maravilhosos 12 meses a Itália me recebeu muito bem. Fiz uma porção de novos amigos, alguns deles que espero reencontrar algum dia.

Para me despedir de Milão, e de todas essas pessoas que agora carregam um pouco de mim, decidi tirar uma série de fotos das Portas de Milão – antigas aberturas nas várias muralhas, para passagem de pessoas e mercadorias.

Hoje, muitas das portas originais não existem mais. Foram realocadas, destruídas, e também novas foram construídas. Para mim, importam as que estão de pé agora.

É um símbolo? Sim. Cada uma delas representa, para mim, uma porta que deixei em aberto aqui na Europa. Portas que não quero – ou não posso – fechar. Amigos, professores, conhecidos, contatos profissionais. Gente.

A primeira destas portas também é a que mais vi durante minha estadia: Porta Veneza

Dedico esta porta aos amigos que deixei

 
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