Citytour Recife e Olinda – O Segundo dia

•2011 03 09 • Deixe um comentário

Continuando nossa viagem por Recife, na terça-feira eu e minha avó descemos tomar o café da manhã pela primeira vez. Bem padrão de hotéis, sem grande surpresas (exceto as jarras com suco chatinhas pra servir). Não foi um café da manhã ruim, frutas, pães e bolos, curau, alguns pratos quentes, cereais, além de omelete e tapioca preparados na hora.

Depois do desjejum, um pouco de sol. O citytour estava combinado para as 13:00 horas, então podíamos aproveitar um pouco a piscina do Hotel. Minha avó ficou lendo, eu descobri que a água era fria (aliás, a única água fria que encontrei por lá). Perto das 11:00, saímos do hotel pra comprar alguns comes e bebes. Havia um mercado na frente do hotel, serviu perfeitamente pra isso.

às 13:00, fomos até a recepção pegar uma van para passear pela cidade. O registro é fotográfico:

 

Torres Gêmeas

Só parecem.

Edifícios Antigos

Um prédio aos pedaços...

Prédio do legislativo, se não me falha a memória

Isso não existe mais em curitiba...

Ótimo lugar pra se achar um orelhão

Ótimo lugar pra se achar um orelhão

Pixações: Não há cidade sem elas.

Prédios Históricos

Prédios Históricos. No centro da cidade. Dããã

Antigo Marco Zero. A foto está deitada

Isso deveria ser um farol.

Bonecos Gigantes de Olinda

 

Falando em olinda...

Uma igrejinha...

Duas igrejinhas...

Recife, Olinda...

Perfil com olinda.

três igrejinhas...

... e uma Igrejona!

Altar da igreja anterior... folheado a Ouro 22, se não me engano.

 

E com isso encerramos aquela terça-feira. Volta para o hotel congestionada = conversa com os guias e companheiros de grupo. Só estranhei sempre mudarem o assunto de trânsito pra qq outra coisa quando eu ia falar daqui em CTBA… Até parece que o transporte aqui é perfeito…

Enfim, até o terceiro dia, com sorte, ainda essa semana!

Viagem para Recife: O primeiro dia

•2011 02 25 • Deixe um comentário

É, fui para Recife. passei 8 dias lá. E venho aqui fazer uma “narrativa” de como foi essa viagem.

Eu e minha avó viajamos de Cutitiba para Recife pela GOL Linhas Aéreas Inteligentes. Uma viagem tranquila, o vôo não teve maiores problemas, mas ficou bem claro, para mim, que a qualidade do transporte aéreo está diminuindo. Por mais que, durante todo o check-in, sala de espera, e tudo o mais, os funcionários sejam um bocado atenciosos, a alimentação a bordo está ficando um bocado simplista. Já fiz viagens (inclusive pela GOL)  onde recebíamos, além do copo de bebida, uma caixinha contendo geléia, torradas, margarina, bolachas, entre outros. Viagens longas não se tornavam uma tortura para o corpo.

Desta vez, o café da manhã era um pacotinho de biscoitos de leite (umas 30g), o lanche matinal, outro pacotinho de batatas chips e duas bolachas recheadas. É, dá pra sobreviver. Mas não é mais a mesma coisa de antes.

Nossa viagem nos levou de Curitiba até o Galeão, no Rio de Janeiro. Lá esperamos uns 40 minutos até o embarque para recife, via conexão. Saimos de curitiba às 08:10, devido um breve atraso, mas chegamos em RJ a tempo do próximo vôo, às 10:13. Este, por sua vez, foi direto para Recife, e de lá, seguiu para Campina Grande, PB. Vó e eu ficamos em PE.

Do Aeroporto seguimos direto para o hotel, de táxi (por um preço que, disse minha avó, estava muito bom). Check-in no hotel, o Dorisol Recife Gran Hotel, escolhido dentre os disponíveis pra uso de diárias da Brastur Hotéis.Fomos ao quarto vestir roupas adequadas à temperatura local e em seguida descemos para o restaurante do hotel almoçar.

Esta era a vista do quarto:

Por mais que você procure um hotel bom e barato, encontre as melhores ofertas de passagem aérea(ou, como minha avó, use milhagens), o gasto com alimentação ainda vai ser alto. O restaurante disponibiliza um almoço com pratos a la carte, ou um buffet de saladas com um prato principal estilo prato-pronto. No dia, tinha um contra-filé a um molho estranho(e picante) acompanhado de batatas e macarrão seco. Nunca mais almoçamos no hotel.

Uma coisa que pode parecer besta, mas é verdade. Por mais que a viagem esteja acertadíssima, passeios das 08:00 às 19:00, ainda haverá tempo livre pra ser ocupado. Claro, talvez o hotel tenha uma academia, ou uma piscina, e sem dúvida que ele tem TV. Mesmo assim, leve alguma outra coisa pra fazer. Um livro, uma revista de passatempos, música… qualquer coisa que ocupe a sua cabeça entre a janta e a cama serve. O livro que levei para essa viagem foi Guerra dos Tronos, de George R.R. Martin. Um senhor livro que terminei uns 3 dias antes de voltar de lá.

Pelo menos tinha TV(tédio)

Minha avó acertou para o dia seguinte um Citytour por recife e olinda, e jantamos pizza, pelo serviço de quarto. Enquanto não estava lendo / assistindo simpsons (ou talves justamente quando eu fazia os dois), acertamos o roteiro de passeios que fizemos durante a viagem.

É, bem cara de “chegamos” mesmo. Próximo post: Citytour e sobrevivência!

ENEM: Fracasso?

•2010 11 08 • 1 comentário

Esse fim de semana foram aplicadas, no Brasil inteiro, as quatro provas que compõe o ENEM. Distrubuídas em dois dias, as provas apresentaram problemas técnicos e de organização, a ponto de uma juíza da 7ª Vara Federal aceitou o pedido de cancelamento da prova em toda a nação. Creio que essa medida drástica seja desnecessária, mas nem por isso os problemas ocorridos durante a prova deixam de ser graves.

Um problema que percebi instantaneamente foi o erro dos locais de prova. Meu cartão de confirmação trazia o número da faculdade onde realizei o teste como sendo 70, embora, na verdade, fosse 470. Sim, próximo, porém ouvi relatos de salas de aplicação que simplesmente não existiam. Prédios que iam até o 2º andar e possuiam salas distribuídas em até três pavimentos. Salas que simplesmente não existiam. Ouvi relatos, também, de alunos que foram ao local indicado, mas não possuiam os nomes na lista da sala.

Outra coisa que me chamou a atenção foi a variedade(por não encontrar termo melhor) de treinamento. Felizmente, os fiscais de prova em minha sala foram atensiosos, prestativos e, na maior parte do tempo, coesos e bem informados. Porém, houveram salas onde os candidatos fizeram uso de lápis e borracha, onde estes não receberam informações sobre o tempo de prova, ou mesmo sequer foram orientados a respeito dos erros de diagramação e impressão do sábado. Outra cena questionável foi a do repórter que enviou o tema da redação via telefone celular ao jornal onde trabalhava. Soube de alunos que tiraram fotos da prova, com uma “comissão” preparada para enviar as respostas corretas. Se houve treinamento aos aplicadores de prova, tenho minhas razões em questionar sua eficácia.

Falando e erros de diagramação, o cartão-resposta de sábado, onde deveríamos marcas as alternativas escolhidas, tinha os cabeçalhos das matérias trocados. As questões de 1 a 45 eram, na prova, destinadas à área de Ciências Humanas, mas no cartão-resposta tais questões foram separadas para a área de Ciências da Natureza. As seguintes também tinhas cabeçalho invertido. Felizmente a prova de domingo não teve este problema, mas alguns cartões-reposta tinham erro na seleção de língua estrangeira do candidato. Resta saber como o INEP e o MEC irão corrigir a prova, e que outras medidas tomarão.

Tiveram outros problemas dos quais ouvi falar, mas a prova não foi uma decepção total. Este ano, as questões estavam notavelmente mais complicadas que as do ano anterior, provavelmente um reflexo do modelo de elaboração e avaliação usado, a TRI, Teoria de Resposta ao Item. Essa teoria avaliativa proporciona uma uniformidade da avaliação, permitindo que se façam provas diferentes, porém de dificuldade muito parecida, avaliando os mesmos quesitos.

E é justamente essa TRI que pode salvar o MEC e o INEP. Como as provas por eles elaboradas seguem essa teoria, eles podem facilmente substituir a prova original por outra de igual valor. A segunda prova não deixaria de ser justa, isto é, tão difícil quanto a primeira, como podemos precipitadamente pensar. Diferentemente do modelo tradicional de provas, este novo modelo facilita que provas diferentes testem habilidades semelhantes. Sejamos sinceros, esta prova é bastante cansativa, custosa e necessita de um planejamento que, penso eu, o MEC e o INEP ainda não afinaram completamente. Tomara que os erros deste ano não se repitam.

Proposta de Redação 6

•2010 10 09 • Deixe um comentário

Semanas mais próximo do vestibular, e também do segundo turno.

Nessa proposta, temos um belíssimo infográfico, extremamente agradável de se ler. A proposta:

O Gráfico e o mapa a seguir foram publicados pela Gazeta do Povo, em 1º/03/10. Os números dizem respeito a mortes violentas. Com base nesses dados, escreva um texto que atenda os seguintes requisitos:

  • ser autônomo, com no máximo 15 linhas, mencionando o tipo e a fonte do texto de referência;
  • explicitar as inferências possíveis a partir do cruzamento de daods;
  • contextualizar os dados, apresentando, principalmente, possíveis causas e consequências da situação apresentada.

Curitiba e região estão tornando-se cada vez mais violentas, isto é o que indicam o mapa e gráficos publicados pelo jornal Gazeta do Povo em 1º de Março deste ano. Os dados, recolhidos diretamente no Instituto Médico Legal, mostram que, comparando os meses de Janeiros e Fevereiro de 2008 a 2010, ouve um acréscimo de 77 homicídios por ano, praticamente uma família de 3 pessoas a mais em cada dia. Nos dois primeiros meses deste ano, mais de 140 mortes violentas aconteceram na cidade, sendo que a maior parte concentra-se em 6 dos 76 bairros da cidade, a maioria deles, industriais.

Tal aumento no nº de mortes pode ser explicado, principalmente, pelo aumento populacional da cidade – e consequente incremento na quantidade de subempregos – bem como na ampliação das atividades do narcotráfico. Tais informações vão contra a imagem de uma Curitiba boa de se morar, e podem tornar a já conhecida por sua frieza população curitibana pessoas cada vez mais introspectivas.

Desta vez, uma série de erros. Nem vale a pena tentar enumerá-los. Inúmeras vírgulas podiam ter melhorado o texto. Desta vez, a corretora jogou o óbvio na minha cara: “Observe que você apresentou os motivos e as consequências do problema”. Como se a proposta não pedisse isto.

Esta foi, até agora, minha pior nota, 7,2. Acho que faltou assunto pra desenvolver.

Proposta de Redação 5

•2010 10 03 • Deixe um comentário

Dia de eleição – e cada vez mais próximo do vestibular.

Desta vez temos uma charge que serve de inspiração para a proposta, ao que tudo indica, dos professores do positivo.

A charge, de autoria do cartunista Nani, foi divulgada pelo site Charges on line (www.chargesonline.com.br) em 9 de agosto de 2010. Faça uma interpretação dessa charge em uma redação de até 10 (dez) linhas. Seu texto deve ser autônomo(ou seja, não deve pressupor que o leitor conheça a charge) e contemplar, não necessariamente nessa ordem:

  • uma apresentação do contexto em que a charge foi divulgada;
  • a identificação das pessoas e dos grupos representados;
  • menção à fonte da qual foi extraída a charge.

O Irã, estado moderno com política ainda muito ligada à religião, recentemente condenou à morte por apedrejamento, sob as acusações de adultério e homicídio, a mulher Sakineh. Noticiada por todo o mundo, a iraniana alega ter confessado o crime sob tortura, prática condenada por, atualmente, quase todo o mundo, fato este que levou o cartunista Nani a publicar uma charge onde, aproveitando as relações diplomáticas entre Brasil e Irã, o Presidente Lula pergunta a Ahmadinejad, líder iraniano, se este conhece a lei Maria da Penha, que protege as mulheres contra uma série de violências. Veiculada dia 09 de agosto de 2010 no site http://www.chargesonline.com.br , a imagem trabalha a agressão que Sakineh sofreu, sem, contudo, julgá-la por seu crime.

Novamente, poucas correções ortográficas. Uma vírgula(duvidosa) após “morte” e um ponto e vírgula antes de fato, no lugar da vírgula. Um erro que me chamou a atenção foi no trecho “…em uma charge onde…”, já que o conectivo mais adequado seria “em que”, no lugar do “onde”. Admito, “em que” é muito mais adequado à situação.

Ainda não descobri o que eles querem obter com “linguagem diferenciada”, mas vamos lá. Ainda tenho algum tempo. Nessa redação, obtive outro 7,6.

42 dias.

Proposta de Redação 4

•2010 09 23 • Deixe um comentário

Tempo vem e vai. E estou cada vez com menos tempo.

A proposta, diretamente da UFPR,  vestibular de inverno deste ano, pede uma transformação de discurso. Tenho um fragmento de entrevista e, em um texto entre 8 e 10 linhas, tenho que transcrever para discurso indireto informações a respeito do motivo que levou o Romário(esse mesmo) a entrar na política, bem como a escolha partidária dele.

Em entrevista à revista IstoÉ, publicada na edição de 3 de junho de 2010, o ex-jogador Romário informa as razões pelas quais optou por lançar carreira política. Uma vez distante dos campos de futebol, o então dirigente do América busca, por meio da política, ampliar o alcance das atividades esportivas para crianças e adolescentes, em especial, os marginalizados da sociedade. Indagado quanto à escolha partidária, o garoto-propaganda da Brahma comenta que, ao tratar de suas ideias com o presidente do PSB , partido que, segundo ele, é experiente nas práticas sociais, recebeu total apoio, fato que o fez definí-lo como seu partido.

Contando com duas correções ortográficas(a vírgula após “especial” e o acento em “defini-lo”), estranhei a nota, 7,6 , apresentando, pela grade de avaliação, problemas em progressão e coerência (sério mesmo, alguém pode apontá-los? por mais que eu leia e releia, parece tudo estar no devido lugar!) e em coesão.

Esse critério de coesão é que é estranho. O que eles querem com “Uso diferenciado de linguagem”? Que eu escreva uma obra artística literária ao fazer transposição de discurso? A proposta limita (um monte) o quanto podemos “pirar” sobre o conteúdo!É estranho que esperem figuras de linguagem, vocábulos mais precisos, enfim, meios de surpreender você leitor, numa transformação de discurso(aonde, tecnicamente, não posso dizer nada que já não fora dito)!

Agora que já leram o texto, tenho um link para a entrevista original.

Devaneio (2)

•2010 09 22 • Deixe um comentário

Minha vida é uma contradição.

Como se houvessem vários muros
e eu estivesse apoiado igualmente distante de todos eles.

Tenho medo de sair daqui
e ser odiado por alguém
Penso eu não existir
talvez deva ir ao além

quem me dera se, ao menos uma vez, eu pudesse ter escolhido algo diferente. Mas estou cercado sempre das mesmas opções. E cada vez tenho menos espaço para mim mesmo.

Não me acho

onde estou

me perdi.

não tenho saída. não sei quem sou. não tenho mais vida.

E tudo o que eu queria era ter a mim mesmo.

 
Seguir

Obtenha todo post novo entregue na sua caixa de entrada.